Iêmen, SP, Mulher, de 20 a 25 anos, Inuktitut, Gujarati, Tabacaria, Papelaria e escritório, e também regar flores de plástico...

 


 

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Astral crap

A lua em seu signo está trazendo grande impulso de ação para sua vida. Principalmente nas coisas diárias e que requerem atenção e tempo. Cuidado para não se esgotar fisicamente. Lembre de parar para respirar fundo de vez em quando. Às vezes precisamos lembrar um pouco de: o que estou sentindo agora? Como é que estou encarando o trabalho, o dia-a-dia e as responsabilidades? Será que estou deixando as coisas me atropelarem?

## ?????????????? ##



Escrito por ** mari ** às 10h24
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olhos fechados, pra te encontrar 
não estou ao seu lado, mas posso sonhar
e aonde quer que eu vá, levo você no olhar
não sei bem certo se é só ilusão
se é você já perto ou se é intuição
e aonde quer que eu vá, levo você no olhar
longe daqui, longe de tudo
meus sonhos vão te buscar
volta pra mim, vem pro meu mundo
eu sempre vou te esperar

e aonde quer que eu vá, levo você no olhar

...



Escrito por ** mari ** às 10h15
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Enquanto não chega a prova de Sociologia... i'm a last-minute-girl! And i love this blog of mine...

"... A new day will come and when the sun shines, it will shine out the clearer. Those were the stories that stayed with you, even if you were to small to understand why. But I think I do understand. I know now. Folk in those stories had lots of chances of turning back, only they didn't. Because they were holding onto something. That there is good in this world, and it's worth fighting for."

What a journey.

[blog_bright_eyes]



Escrito por ** mari ** às 09h46
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Vamu?????????

TEATRO:
"NADA MAIS FOI DITO NEM PERGUNTADO"


Montagem expõe os rituais jurídicos

SERGIO SALVIA COELHO
CRÍTICO DA
FOLHA

Além de cega, a justiça é susceptível. Todo cuidado é pouco diante dela: cada palavra tem que ser medida, cada gesto planejado, e logo se estabelece um ritual delicado, entre o épico e o comezinho, entre o ridículo e o revelador.
Para expressar esse universo acertando esse difícil tom, nada melhor que um observador participante. Advogado, Luís Francisco Carvalho Filho, da equipe de articulistas da Folha, estabelece em "Nada Mais Foi Dito nem Perguntado" 11 pequenas fábulas, quase documentos antropológicos, usando o domínio que tem do trâmite jurídico para expô-lo diante do senso comum, com agudeza, mas sem perder a ternura jamais.
Essas histórias curtas são o ponto de partida ideal para o exercício de direção coordenado por Marco Antônio Rodrigues. São seis diretores estreantes, cada qual com dois contos para pôr no palco, e a colcha de retalhos que resulta, em temas e variações, embora bem costurada, não esconde que é um exercício aberto.
Variando do escracho da paródia a uma sutileza quase tchekhoviana, cada fragmento desse caleidoscópio resume em poucas falas seu drama e volta aos mesmos pontos: como vestir a toga atrai irresistivelmente a arrogância, como um ato banal torna-se inaceitável quando registrado em ata. Dependendo da direção, porém, a caricatura esvazia o poder de denúncia, se apoiando demais na trilha sonora e na cumplicidade da platéia, como em "Pederasta", dirigido por Dagoberto Feliz, e uma atriz camaleônica como Fernanda Viacava, apesar de seu carisma, acaba se limitando a tipos quase de teatro de revista.
Outras vezes, achados ousados ficam aquém do que prometem, como o recurso de chamar pelo nome pessoas na platéia para compor o júri, em "Cigarro", dirigido por Bruno Perillo. Convidados a dar o veredicto no fim da cena, decidindo se um esquizofrênico merece ou não ser solto, já que tem como pagar tratamento médico, a questão de fundo da justiça vinculada ao poder aquisitivo acaba sendo ocultada por avaliação da performance dos advogados atores e aí se constata antes de tudo como a bela fluência verbal de Gisele Valeri é fundamental para o espetáculo.
Em todo caso, o empenho dos oito atores e a boa articulação entre os diretores produzem um espetáculo bem-acabado e eficiente em sua função de instigar, de provocar a reflexão, apesar da última palavra ficar com a escatologia de "Papel", na qual a falta de papel higiênico no fórum acaba desautorizando qualquer solenidade.
Mais importante, o teatro Jardim São Paulo, bonito e bem equipado como não se imagina fora do centro, acerta quando confia, em sua primeira estréia nacional, em um grupo iniciante. Sem perder sua ousadia, o teatro experimental prova assim que não é um risco financeiro, atraindo com desenvoltura um público novo. Afinal o teatro, como a justiça, tem que ser para todos.


Nada Mais Foi Dito nem Perguntado
  
Texto: Luís Francisco Carvalho Filho
Direção: Ailton Graça, Dagoberto Filho e outros
Com: Folias d'Arte
Quando: sex. e sáb., às 21h, e dom., às 20h; até 29/8
Onde: Jardim São Paulo (av. Leôncio de Magalhães, 382, Jardim São Paulo, tel. 0/xx/11/6959-2952)
Quanto: R$ 15 (sex./dom.) e R$ 20 (sáb.)


Escrito por ** mari ** às 08h46
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Sem pé, nem cabeça...

## Damn the cell phone!!!!!!!!!!!!!!!!!! ##

Escrito por ** mari ** às 08h43
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E como não poderia deixar de ser...

"Comemoram-se hoje [11 de agosto] os 177 anos de aniversário da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Às 9h30 foi tirada a fotografia oficial do corpo docente das Arcadas e às 10h foi entregue o prêmio 'Spencer Vampré' no Salão Nobre em homenagem a antigos alunos que se destacaram em outras atividades: Juca de Oliveira, Nelson Pereira dos Santos, José Mindlin, Lygia Fagundes Telles, Mino Carta, Rubens Ricupero e Victor Siaulys

O Centro Acadêmico XI de Agosto preparou uma semana especial para comemorar os 101 anos da entidade, a tradicional 'Semana do XI', que conta com vários nomes de peso do mundo jurídico.

O Diretor da FADUSP e Professor de Direito Romano Eduardo Cesar Silveira Vita Marchi contou várias histórias das tradições da velha academia e expôs um estandarte que foi lançado exatamente há 100 anos, em 11 de agosto de 1904, que - conforme levantou a historiadora Heloísa Barbuí - foi levado em passeata naquela época pelas ruas do centro da cidade após missa e discurso de Manuel Oliveira, sendo então paraninfo José Joaquim Seabra. O CORALUSP cantou hinos e trovas acadêmicas sob a regência de Eduardo Fernandes. Ao meio dia um almoço no edifício Itália coroará o evento. E, às 19h, em comemoração do 101° aniversário do C. A. XI de Agosto, acontece tradicional cervejada do XI."

_Migalhas



Escrito por ** mari ** às 08h53
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Ai, ai... não preciso falar mais nada, né?!

"Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo à porta. O amor não é chegado a fazer contas, não obedece a razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera. Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco. Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina o Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então? Então que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo. Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara? Não pergunte pra mim, você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor. É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível. Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados. Não funciona assim. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o amor tem de indefinível. Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, oh! Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é!"

Crônica de Amor_Arnaldo Jabor



Escrito por ** mari ** às 08h35
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A Mari chega hojeeeeeeeeeeee!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

Escrito por ** mari ** às 17h39
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